Esta micro fonte pode ser usada para alimentar módulos digitais de cristal líquido, eliminando-se a necessidade do uso de pilhas. A tensão entre 1,2 e 1,4V é fixada pelos dois diodos. (D2 e D3) que, ligados em série com polarização direta, equivalem a zeners de 0,6 a 0,7V. O resistor R1 atua como limitador de corrente, já que o consumo dos módulos está na faixa dos microampères ou menos.
Temos então RI de 47k x 1/2W para a rede de 220V e de 22k x 1/2W para a rede de 110V. O capacitor Cl não é crítico podendo ter valores entre 47 e 470 µF, com tensões de trabalho de 3V ou mais.
Na ligação ao módulo digital é importante observar a polaridade dos fios. Para isso, observe a posição, da pilha e veja que em alguns casos podemos ter um contato para um polo e dois contatos para o outro.
Na figura 1 damos o esquema da fonte e na figura 2 uma sugestão de montagem em ponte de terminais.

Como sê trata de aparelho muito compacto nada impede que ele seja instalado numa caixinha única juntamente com o módulo digital.
Para comprovar o funcionamento basta ligar a unidade à rede e, com a ajuda de um multímetro, medir a tensão de saída na escala mais baixa de tensões contínuas.

Se o valor estiver acima ou abaixo do esperado basta experimentar trocar D2 e D3 por outros de um mesmo lote, pois as diferenças de Características numa faixa que vai de 0,5 a 0,7V é comum nestes componentes. Para obter tensões maiores, podemos associar mais diodos.
Lembramos, entretanto, que esta fonte não pode fornecer correntes maiores que alguns miliampères, não sendo, pois, indicada para outras aplicações que não sejam a alimentação dos módulos de cristal líquido de relógios digitais
















