Em diversos de nossos artigos temos tratado da sensibilidade de plantas e animais que, mesmo não possuindo um sistema nervoso em alguns casos, e nem órgãos sensores visíveis, apresentam certas sensibilidades que até então não eram explicadas. É o caso da sensibilidade de plantas a campos elétricos e magnéticos assim como de aves. As pesquisas recentes estão cada vez mais encontrando sentidos na natureza que até então não suspeitávamos.

Em nossos artigos tratando de biônica falamos de que modo as aves podem sentir campos magnéticos utilizando-os para sua orientação. O caso dos pombos-correios que sentem o campo magnético da terra para orientação e de pássaros migratórios que também podem usar a luz polarizada do sol para saber sua direção são exemplos.

Até então, a presença de tais sensores era apenas ligadas a estruturas comuns baseadas na presença, por exemplo, de materiais magnéticos como o ferro nas células.

No entanto, podemos ir além de pensar em alguma coisa que até então seria considerada paranormal, mas que os pesquisadores do Japão revelaram recentemente. O que esses pesquisadores revelaram é que existem estruturas quânticas que estariam relacionadas com a possibilidade de as aves poderem ver campos magnéticos.

Essas estruturas foram descobertas nos olhos das aves, sendo capazes de gerar sinais pela ação de campos magnéticos no ambiente em que elas voam. Desta forma, as aves poderiam “enxergar” o campo magnético fazendo uma imagem mental da direção das suas linhas de força.

Esse fato, baseado no que eles determinaram ser uma ação sobre os spins de átomos existentes em moléculas de proteínas dos olhos das aves, levaria a possibilidade de se analisar outros tipos de sensores “quânticos” que poderiam estar presentas, não apenas em animais e plantas, mas eventualmente até mesmo em nós humanos.

Sabemos que no passado o homem pela sua vida nômade, possuíam a capacidade de sensorear campos magnéticos que usariam para sua orientação. A falta de uso fez com que perdêssemos essa capacidade, mas as células sensíveis ficaram. Quem sabe poderíamos um dia reativá-las.

Isso pode abrir uma investigação sobre a possibilidade de termos ainda dentro de nosso corpo órgãos sensoriais para grandezas ou fatos que não conhecemos, inclusive uma comunicação quântica.

A possibilidade de no passado ermos certas pessoas com capacidades paranormais como premonição, clarividência, sensibilidade a eventos da natureza poderia estar ligado a presença de sensores de que nunca fizemos a ideia, nem acreditamos na existência e que repentinamente começam a ser revelados pela física quântica.

Em contato com dimensões em que o tempo e o espaço como conhecemos não existe, tudo é possível.

Vamos aguardar para ver.

 

Nota: Na nossa seção de Eletrônica Paranormal (PN) o leitor encontrará diversos artigos interessantes e também em meio ambiente tratando de biônica. Temos ainda como sugestão nosso livro de biônica que pode ser acessado pelo link https://newtoncbraga.com.br/?view=article&catid=42&id=17644-introducao-a-bionica-com-projetos-eletronicos 

 

 

 

 

NO YOUTUBE


NOSSO PODCAST