O circuito apresentado é útil para os leitores que ainda não tem um multímetro, ou nos casos em que o multímetro não é suficientemente sensível para fazer teste de capacitores eletrolíticos, principalmente os que estão na faixa de 1 a 10 µF.

Projeto da Eletrônica Total 55 de 1993.

O circuito é muito simples e consiste num oscilador que faz um LED piscar se um eletrolítico estiver bom. O circuito é dado em duas versões:

 

 

a) Com transistor unijunção

 

Para esta versão temos o circuito apresentado na figura 24.

 


 

 

A disposição dos poucos componentes usados é mostrada na figura 25.

 


 

 

 

O transistor não admite equivalentes, e para a conexão do eletrolítico em prova podemos usar um par de garras ou bornes, mas de cores diferentes (vermelho e preto) para identificar a polaridade do componente em prova.

Para usar o aparelho é simples: ligamos o eletrolítico nas garras ou bornes e ajustamos P1 até que o LED pisque. Se isso ocorrer é porque o capacitor está bom.

Comparando o ritmo das piscadas com outro de valor conhecido podemos saber se o capacitor está ou não com a capacitância alterada. Piscadas muito rápidas indicam menor capacitância.

Se o LED não piscar é porque o capacitor está aberto ou com fugas. Piscadas muito lentas ocorrem com capacitores de valores elevados: acima de 2001.1F.

 

 

b) Com 555

 

A segunda versão do circuito usa um integrado 555 e pode ser alimentada com 4 pilhas pequenas.

O princípio de funcionamento e operação é exatamente o mesmo: um oscilador cuja frequência determina as piscadas do LED e depende do estado e valor do capacitor eletrolítico em teste.

 


 

 

Na figura 26 temos o diagrama completo deste provador. A placa de circuito impresso para este aparelho é mostrada na figura 27.

 


 

 

 

Sugerimos o uso de um soquete para o integrado. As pilhas devem ficar em suporte apropriado, e para a conexão do capacitor em teste devem ser usadas garras ou bornes com cores diferentes, pois a observação da polaridade é importante.

O uso é o mesmo do circuito anterior: ligamos o capacitor em prova e ajustamos P1 até que o LED pisque.

Podemos comparar o valor do capacitor em teste com um conhecido pela velocidade das piscadas. Maiores velocidades significam valores menores.

 


 

 

 

 

 

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