Esta montagem, além de luz de freio, também poderá servir como um mini- alarme de vibração ou balanço, ou ainda como um sismógrafo experimental para demonstrações em Feiras de Ciências.

O princípio de funcionamento é simples: instalado numa caixinha e levado na bicicleta com a luz na parte traseira, ele tem um sensor de pêndulo (X1).

Em condições normais o pêndulo não encosta na argola (ambos devem ser feitos com fio nu). Quando ocorre a freada, o pêndulo balança e encosta na argola, fazendo com que o capacitor C1 se carregue e acione por uns segundos a lâmpada indicadora X2.

Evidentemente, a argola e o pêndulo devem ser suficientemente rígidos para não provocar o disparo do circuito pelo balanço normal do veículo onde ele está instalado ou quando ele passar num buraco ou ondulação. É importante sua posição de montagem no sentido de que ocorra o acionamento somente ao frear.

O aparelho é alimentado por pilhas comuns, e em lugar da lâmpada poderá ser usado um LED "jumbo" vermelho em série com um resistor de 100 a 330 ohms.

 


 

 

Na figura 9 temos o diagrama completo do aparelho e na figura 10 mostramos a disposição dos componentes numa peque- na placa de circuito impresso, mas existe a possibilidade de se fazer uma montagem "pendurada" em uma ponte de terminais comuns ou mesmo de parafusos.

 


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A lâmpada deverá ser de 50 mA no máximo, tanto para se evitar problemas de desgaste das pilhas quanto para não forçar o transistor. A temporização é dada pelo capacitor C, que pode ter valores entre 47 μF a 470 μF. O sensor é feito com fio de cobre grosso sem capa, e o peso na ponta pode ser uma bolinha feita de massa epóxi.

Para testar o aparelho é simples: basta alimentar o circuito e balançar levemente o sensor de modo que a argola encoste no fio com o peso. A lâmpada deverá acender e ficar acesa por uns instantes. Comprovado o funcionamento, é só fazer a instalação definitiva no robô ou em outra aplicação.

 


 

 

 

 

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