Na figura 1 temos uma foto mostrando alguns tipos de matrizes de contatos comuns.
Conforme podemos ver elas podem ser encontradas em conjuntos de diversos tamanhos, permitindo assim o desenvolvimento de montagens com diversos graus de complexidade.
uma matriz básica ou bloco básico é formada por uma peça plástica em que existem centenas de pequenos furos.
Estes furos são feitos de tal forma que podemos encaixar fios e terminais de componentes os quais fazem contacto elétrico com peças metálicas na parte interna da matriz.
A separação dos furos é tal que seja a padronização da separação dos terminais de muitos componentes como circuitos integrados com invólucros DIL, relés, etc.
Os contatos elétricos na parte inferior da matriz são feitos de tal forma que, ao mesmo tempo em que garantem um mínimo de resistência elétrica, também provêm as sustentações mecânicas que os componentes precisam para se manter firmemente presos.
Os contatos na parte interna da matriz seguem uma disposição de interligação padronizada. Assim, conforme mostra a figura 2, cada fila vertical de furos está interligada.

Isso quer dizer que todos os terminais de componentes que estejam enfiados numa mesma fila vertical da matriz estarão eletricamente interligados, conforme mostra a figura 3.
Veja que, por esta figura, os componentes R1, C1, D1 e a base do transistor estão interligados porque os componentes desses terminais estão enfiados numa mesma fila vertical de contatos da matriz.
Se não pudermos enfiar todos os terminais numa mesma fila ou se quisermos colocar interligações entre os terminais de um mesmo componente, como um circuito integrado, podemos fazer isso com o uso de pedaços de fio, conforme mostra a figura 4.
As carreiras das bordas, que são interligadas na horizontal, podem ser usadas para conduzir a alimentação positiva e negativa do circuito que está sendo desenvolvido.
Distribuindo adequadamente os componentes e as interligações podemos facilmente reproduzir qualquer circuito numa matriz de contatos, conforme veremos mais adiante.
Se bem que existam circuitos críticos, como os que trabalham com sinais de áudio e de alta frequência sujeitos, portanto, a ruídos e instabilidades, nem sempre possam ser montados numa matriz, existe uma boa quantidade de configurações que pode ser montada, sem problemas.
Além de tudo temos o fácil acesso aos terminais dos componentes, o que pode ser muito importante para se realizar medições com um multímetro ou para a conexão de um osciloscópio ou circuito externo de análise.
Ver também:
• Placas de circuito impresso (418)
• Pontes de terminais (191)













