O timbre é a característica que nos permite diferenciar a mesma nota musical emitida por dois instrumentos diferentes.
Podemos dizer que se trata da “coloração” ou “personalidade” do som. Do mesmo modo que as oscilações podem ser suaves, provocadas por um movimento de vai e vem de um cone de alto-falante, também podemos produzir sons a partir de movimentos bruscos ou irregulares de um objeto.
Colocando os dois tipos de sons e mesmo outros num gráfico, vemos que para os movimentos suaves que correspondem a um som puro, a representação é uma senóide.
No entanto, para outros sons, as vibrações podem ser representadas de outras formas, como mostra a figura 1.

Nossos ouvidos conseguem perceber as diferenças entre dois sons que tenham a mesma frequência, mas que tenham modos de vibrações ou timbres diferentes.
Assim, as mesmas notas de diversos instrumentos possuem a mesma frequência e até mesmo a mesma intensidade, mas como possuem timbres diferentes, podemos saber de que tipo de instrumento provém.
A nota dó de um violão é diferente do dó de um piano pelo timbre!
Quando um amplificador reproduz um som alterando sua forma de onda, nossos ouvidos conseguem perceber isso, o que resulta num efeito indesejável que é a distorção.
Já sabemos que as ondas sonoras não podem se propagar no vácuo, mas, além desta propriedade, elas possuem algumas outras importantes.
O timbre está associado á forma de onda que, por sua vez é determinada pelo número de harmônicas do som fundamental correspondente.
Do livro Curso de Eletrônica – Eletrônica Analógica de Newton C. Braga
Ver também:
• Espectro (35)
• Som (351)
• Amplificadores de áudio (368)
• Alto-falantes (343)
• Espectro audível (501)
• Harmônicas (503)












