A energia que recebemos em nossa casa vem na forma de uma tensão alternada que depende da configuração da rede.

 

Num primeiro caso temos a configuração em triângulo de 220 V em que entre cada fase a tensão é de 220 V e entre o neutro e a fase a tensão é de 110 V com uma configuração em estrela. A figura 16 mostra o que ocorre.

 

Figura 16 – Rede em 220 V
Figura 16 – Rede em 220 V

 

 

Observe que apesar da soma das tensões de fase e neutro ser de 254 V, e não 220 V, os valores devem considerar as diferenças de fase de 120 graus.

 

Num segundo caso temos a rede em 380 V, em que a tensão entre fases é de 380 V, com a configuração em triângulo, e entre cada fase e o neutro temos 220 V, na configuração estrela, mostrada na figura 17.

 

Figura 17 – Rede em 380 V
Figura 17 – Rede em 380 V

 

 

 

Nas aplicações industriais e de potência a energia é disponibilizada na forma trifásica. Essa forma de se gerar e distribuir energia em sistemas de corrente alternada é empregada principalmente na indústria, por motivos diversos como, por exemplo, a maior conveniência na alimentação de motores elétricos de alta potência. Veja a figura 180.

 

Nesse sistemas são geradas três tensões com diferenças de fase de 120 graus, conforme mostra a figura 18.

 

Figura 18 – Nos sistemas trifásicos as tensões são defasadas de 120 graus
Figura 18 – Nos sistemas trifásicos as tensões são defasadas de 120 graus

 

 

O que se faz para isso é utilizar um sistema gerador em que temos três tensões alternadas disponíveis em bobinas diferentes, conforme mostra a figura 19.

 

Figura 19 – Um alternador trifásico
Figura 19 – Um alternador trifásico

 

 

Cada uma das bobinas, que tem uma extremidade ligada a um pólo neutro comum, entrega uma tensão senoidal levemente defasada em relação à outra.

 

 

 

 

 

Ver também:

• Fase (375)

• Corrente alternada (326)

• Alternadores (356)

 

 

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