Os motores elétricos convertem energia elétrica em energia mecânica (movimento).

 

Na figura 1 temos uma vista em corte de um motor de corrente contínua (DC ou CC) comum, como o encontrado em muitos equipamentos de uso doméstico, industrial, automotivo, etc.

 


 

 

 

Quando aplicamos uma tensão no motor, uma corrente circula pelas bobinas enroladas na parte móvel (rotor) do motor, criando um campo magnético.

 

O campo dessa bobinas interage com o campo criado pelos imãs permanentes que existem em torno do motor (em alguns tipos existe um segundo conjunto de bobinas para criar esse campo), aparecendo então uma força que tende a girar o rotor.

 

O movimento do rotor é de meia volta até que ele encontre sua posição de equilíbrio.

 

No entanto, no final dessa meia volta, entram em ação comutadores (escovas), que são pequenos carvões ou lâminas que fazem contacto com o rotor para levar a corrente às bobinas.

 

Esses comutadores invertem a corrente, de tal forma que agora as forças tendem a continuar a movimentar o rotor de modo que ele dê mais meia volta.

 

No final da meia volta seguinte acontece o mesmo, os comutadores invertem a corrente e assim ele continua girando enquanto houver alimentação.

 

Na figura 2 mostramos a sequência do movimento.

 


 

 

 

Os pequenos motores que encontramos em muitas aplicações são especificados pela tensão e pela corrente que exigem.

 

Existem, entretanto, outros tipos de motores que são usados em aplicações especiais como, por exemplo, motores para corrente alternada, os motores sem escovas e os motores de passo.

 

O princípio de funcionamento de tais motores, entretanto, é o mesmo: campos criados por bobinas que interagem de modo a produzir forças que os movimentam.

 

 

Ver também:

• Corrente elétrica (28)

• Efeito magnético (27)

• Solenóide (498)

 

 

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